domingo, 12 de junho de 2011

A PARÁBOLA DA RATOEIRA!

Eu recebi essa parabola  pela internet. A parábola diz que um pequeno ratinho vivia tranqüilamente em uma fazenda, sem ser incomodado. Às vezes conseguia entrar no depósito da fazenda e mordiscava os queijos que a mulher do fazendeiro fazia.
Um dia, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de queijo que poderia haver ali e, ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado.

Correu para o pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!

A galinha, disse:
- Desculpe Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas isso não me prejudica em nada; então, não me incomoda.

O rato, preocupado, foi até o porco e disse-lhe: - Senhor Porco, há uma ratoeira na casa! O que vamos fazer?

- Desculpe Sr. Rato - disse o porco - mas não há nada que eu possa fazer a não ser rezar pelo senhor. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas orações matinais.

O rato, muito nervoso, dirigiu-se então, para a vaca.

Ela lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não... Isso não é problema meu!

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que a ratoeira havia pegado. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pegado a cauda de uma cobra venenosa, e a cobra picou a mulher.

O fazendeiro a levou imediatamente para o hospital. Depois dos primeiros socorros ela voltou com muita febre para a fazenda.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal: a galinha...

Os amigos do casal, sabendo do ocorrido, foram até a fazenda visitá-los. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

Infelizmente, a mulher piorou e acabou morrendo. Como o casal era muito conhecido, muita gente veio para o velório. O fazendeiro, então, sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.

REFLEXÃO:

Há momentos em que de certo modo as pessoas comportam-se  de forma prejudicial aos relacionamentos e  convivência comunitária. Isso quando não se comprometem e nem assumem atribuições que são de sua competência e apontam a culpa pelo insucesso a terceiros. Isso no mundo corporativo, especialmente no atendimento ao cliente, é muito prejudicial aos resultados da empresa.
Ocorre quando por exemplo ao atender uma reclamação do cliente, dizem não foi eu quem lhe atendeu, isso não é comigo. Se ele faz parte da empresa, então o problema é com ele sim. Agir dessa forma prejudica a imagem da empresa que continuará operando seus negócios, mas sem ele. Perdeu o emprego por que não se envolveu e agia sempre dizendo "Isso não é problema meu"!
Maria José de Azevedo

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