sexta-feira, 5 de agosto de 2011

ASTRES PENEIRAS

 Um rapaz procurou Sócrates e disse que precisava contar-lhe algo.Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?- Três peneiras?- Sim. A primeira peneira é a VERDADE. 
O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer aí mesmo. Suponhamos então que seja verdade.
Deve então passar pela segunda peneira: a BONDADE.
O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar pela terceira peneira: 
NECESSIDADE. 
Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta e, arremata Sócrates:
-Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos. 
Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.


COMENTÁRIOS FINAIS:


Que tal refletir sobre os famosos boatos que passam de boca em boca  assumindo uma dimensão maior à medida que se torna massificado, o que provoca consequência graves para alguém. 
Isso acontece quando se pratica o péssimo hábito de passar adiante uma informação da qual não se tem nenhuma evidência.
Na próxima vez que um boato circular, que tal passá-lo antes pelo crivo das três peneiras antes de passá-lo adiante? Isso fará diferença na nossa vida  e na vida comunitária.

Pense nisso!...
“O que guarda a boca e a língua guarda a sua alma das angústias.” (Provérbios 21:23)

domingo, 10 de julho de 2011

A FORÇA DA MOTIVAÇÃO - LUIS MARINS

TREINAMENTO É FUNDAMENTAL NA EMPRESA

Conforme Malvezzi (1997), o treinamento é uma instituição fundamental na gestão empresarial. Desde o início dos sistemas fabris que essa atividade é reconhecida como elemento chave da produtividade.
Com o aumento da complexidade da área produtiva, o treinamento passou a ser cada vez mais sistematizado. Desde o final do século XIX, encontram-se registros de tentativas de diminuição de erros e ampliação da capacidade dos operários nas fábricas.
Fatores como motivação, expectativas, valores, conformismos, alem das teorias de comportamento organizacional, começaram a ser relacionado com o desempenho, o que justificou a divisão da capacitação profissional em dois processos distintos: treinamento e desenvolvimento.
O desenvolvimento foi identificado com a ampliação de potencialidades, tendo em vista o acesso à hierarquia de poder, ou seja, a capacitação do indivíduo para ocupar cargos que envolvam mais responsabilidades e poder. Portanto capacitar não significa apenas dar mais informações e desenvolver habilidades, mas ser mais identificado com a empresa.
O processo de capacitação das pessoas tem por missão ensiná-las a pensar, a reelaborar a fazer autocrítica. Os indivíduos não só precisam saber "como fazer", mas também conhecer o "por que do como fazer".
Treinar é oferecer oportunidades para que as pessoas possam freqüentemente refletir sobre seus significados e exercitar seu lado crítico, profissionalizando-se, assim, diante das circunstancias empresariais e de seu projeto de vida. Isso só será possível com a utilização cada vez mais freqüente das chamadas técnicas ou práticas interativas de treinamento. É por meio delas que o "treinamento" pode exercitar suas racionalidades para legitimar e reelaborar sua prática. (MALVEZZI, 1997).
O desenvolvimento dos conceitos de organização que aprende, comunidades de aprendizagem e aprender fazendo nas empresa também facilitará o processo de desenvolvimento contínuo dos trabalhadores mais maduros. Tais inovações nas formas de aproveitar e desenvolver o potencial dos trabalhadores atendem às necessidades andragógicas do adulto.

Fonte: http://pt.shvoong.com/social-sciences/1686594-treinamento-%C3%A9-fundamental-na-empresa/#ixzz1RkK2du8R

quarta-feira, 22 de junho de 2011

OS PRÓS E CONTRAS DA DINÂMICA DE GRUPO

Há muita polêmica quando se fala do uso de jogos e simulações no processo seletivo. A crítica mais ouvida é a de que ela não deveria ser eliminatória, nem tampouco usada como primeiro instrumento para fazer a triagem dos candidatos.

por Camila Micheletti

Há muita polêmica quando se fala do uso de jogos e simulações no processo seletivo. A crítica mais ouvida é a de que ela não deveria ser eliminatória, nem tampouco usada como primeiro instrumento para fazer a triagem dos candidatos. "Se não houver cuidado, a dinâmica de grupo pode se banalizar", adverte Aguinaldo Neri, professor universitário, consultor empresarial e especialista em RH. Mas nem só de aspectos negativos vive a dinâmica, há também vários pontos positivos no processo. "A dinâmica de grupo, quando bem aplicada, é muito melhor do que qualquer teste psicológico", afirma Suely Gregori Andrade, psicóloga e consultora de RH para empresas.

Confira abaixo os prós e contras da dinâmica de grupo, de acordo com os especialistas ouvidos pelo Empregos.com.br:

PRÓS:
  • Este é um ótimo espaço para que você demonstre como é o seu comportamento e como você se relaciona em grupo e com outras pessoas. Em uma entrevista, você não vai conseguir emitir tantas opiniões e demonstrar tantos aspectos do seu comportamento - liderança, empreendedorismo, criatividade, pró-atividade, capacidade de atuar em situações-limite - como em uma dinâmica. Portanto, aproveite essa oportunidade!
  • Use a dinâmica para conhecer outras pessoas e fazer networking.
  • Converse e investigue com seus "parceiros de dinâmica" sobre o mercado em que eles atuam, tipo de empresa, porque estão em busca de outro emprego. É uma boa oportunidade para conhecer mais o mercado e outras áreas de atuação.
  • Aproveite o momento para saber mais sobre a empresa selecionadora.
CONTRAS:
  • Muitas empresas dão explicações superficiais sobre o processo e não dão feedback quando a seleção termina.
  • Algumas organizações colocam grupos muito grandes para trabalhar - 20 a 30 pessoas - com apenas uma pessoa observando os comportamentos. Além de ser um grupo muito grande - o ideal é trabalhar com times de até 10 pessoas - com apenas um observador fica impossível analisar as ações e reações de cada indíviduo em particular.
  • Por ser um método que analisa aspectos comportamentais, não deveria ser usado para eliminar candidatos e sim como mais um instrumento de avaliação entre candidatos de nível equivalente, que deve ser usado em conjunto com a análise de currículo, testes psicológicos, entrevistas individuais e coletivas.
  • Dependendo do processo, candidatos muito tímidos, que tenham dificuldade de se expor em público e colocar opiniões podem perder lugar para um profissional que pode ser até menos competente, mas que seja extrovertido, saiba entreter e cativar o selecionador.
  • Em muitas ocasiões não há um roteiro de registro de observações. É necessário que haja um instrumento de coleta de dados que possa ser validado. Sem essa ficha de observação, há mais possibilidade de erro, já que existe pouca objetitividade na descrição dos comportamentos.
  • Infelizmente, nem todos os profissionais estão preparados para fazer e supervisionar uma dinâmica. Apesar de ser uma simulação, um jogo, a dinâmica exige muita técnica e preparação do profissional de RH.
Fonte: www.empregos.com.br

segunda-feira, 13 de junho de 2011

UM AMIGO É UM TESOURO

QUAL O MELHOR REFÚGIO?.

Conta uma história hindu que um dia Deus se cansou dos homens que só se lembravam Dele para chateá-Lo e pedir favores. Pensou: “Vou esconder-me durante algum tempo”. Reuniu então todos os seus conselheiros e perguntou-lhes:
Onde pensais que eu possa encontrar um refúgio? Qual será o melhor lugar para me esconder?
Alguns opinaram que seria a mais alta montanha da Terra. Outros acreditavam que fosse o fundo do mar. Outros sugeriram a Lua. Lá ninguém iria procurá-Lo.
Deus voltou-se então para o seu primeiro conselheiro e perguntou-lhe:
- Onde achas que posso estar bem escondido?
O conselheiro, sorrindo, respondeu:
- Esconde-te no coração humano: ali ninguém consegue penetrar!

EXECUTAR NÃO É TUDO, COMUNIQUE-SE!

Um jovem executivo estava saindo do escritório quando vê o presidente da empresa com um documento na mão em frente a máquina de "picotar" papéis.
- Por favor, diz o presidente, isto é muito importante pra mim, e minha secretária já saiu.
Você sabe como funciona esta máquina?
- Lógico, responde o jovem executivo!
Imediatamente tira o papel das mãos do presidente, liga a máquina, enfia o documento e aperta um botão.
- Excelente meu rapaz! Muito obrigado... Eu preciso só de 1 cópia. Onde sai?

Moral da história: Executar não é tudo!!! Pense, pergunte, espere a resposta, analise e então execute.

domingo, 12 de junho de 2011

A PARÁBOLA DA RATOEIRA!

Eu recebi essa parabola  pela internet. A parábola diz que um pequeno ratinho vivia tranqüilamente em uma fazenda, sem ser incomodado. Às vezes conseguia entrar no depósito da fazenda e mordiscava os queijos que a mulher do fazendeiro fazia.
Um dia, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de queijo que poderia haver ali e, ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado.

Correu para o pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!

A galinha, disse:
- Desculpe Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas isso não me prejudica em nada; então, não me incomoda.

O rato, preocupado, foi até o porco e disse-lhe: - Senhor Porco, há uma ratoeira na casa! O que vamos fazer?

- Desculpe Sr. Rato - disse o porco - mas não há nada que eu possa fazer a não ser rezar pelo senhor. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas orações matinais.

O rato, muito nervoso, dirigiu-se então, para a vaca.

Ela lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não... Isso não é problema meu!

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que a ratoeira havia pegado. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pegado a cauda de uma cobra venenosa, e a cobra picou a mulher.

O fazendeiro a levou imediatamente para o hospital. Depois dos primeiros socorros ela voltou com muita febre para a fazenda.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal: a galinha...

Os amigos do casal, sabendo do ocorrido, foram até a fazenda visitá-los. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

Infelizmente, a mulher piorou e acabou morrendo. Como o casal era muito conhecido, muita gente veio para o velório. O fazendeiro, então, sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.

REFLEXÃO:

Há momentos em que de certo modo as pessoas comportam-se  de forma prejudicial aos relacionamentos e  convivência comunitária. Isso quando não se comprometem e nem assumem atribuições que são de sua competência e apontam a culpa pelo insucesso a terceiros. Isso no mundo corporativo, especialmente no atendimento ao cliente, é muito prejudicial aos resultados da empresa.
Ocorre quando por exemplo ao atender uma reclamação do cliente, dizem não foi eu quem lhe atendeu, isso não é comigo. Se ele faz parte da empresa, então o problema é com ele sim. Agir dessa forma prejudica a imagem da empresa que continuará operando seus negócios, mas sem ele. Perdeu o emprego por que não se envolveu e agia sempre dizendo "Isso não é problema meu"!
Maria José de Azevedo

A Era das Incertezas ou a Era das Oportunidades?

Por Patrick Euso Alves Borba para o RH.com.br

No século 21 constatamos que organizações globais enfrentarão riscos ainda mais difíceis e melhores oportunidades, em função da globalização econômica, adjunto às tendências sociais e às tecnológicas que avançam em velocidade de cruzeiro. Porém, velhos paradigmas se mantêm no mercado, e assim com um barco a todo vapor toda empresa precisa de um capitão a altura para a tarefa, o líder.
O exigente e competitivo mundo corporativo está cada vez mais complexo, seja pelo incremento dos avanços tecnológicos e pelo "achatamento" do mundo, onde as fronteiras e barreiras comerciais estão menores.
A competição passa a ser global, e os resultados devem ser cada vez mais rápidos e melhores. Uma empresa que queira ter mais alguns anos de subsistência precisa inovar constantemente, procurando novas alternativas de produção, redução de custo, novos clientes, mudança de market share etc.
Qual é o impacto da constante mudança do cenário econômico, da globalização e do avanço tecnológico nas organizações?
Segundo o papa da administração, Drucker (2002, p.172) ao fazer uma previsão sobre o futuro das organizações: "Nós nem entendemos mais a questão de a mudança ser, por si mesma, boa ou ruim, partimos do axioma de que ela é normal...".
"Não encaramos a mudança como fator de alteração da ordem...".

Encaramos a mudança como sendo a própria ordem - na verdade, a única ordem que podemos compreender atualmente é uma ordem dinâmica, em movimento e mutável.
Ou seja, mudança é um processo natural de todas as coisas, a diferença é que no atual século ela acontece instantaneamente e frequentemente. As empresas devem detectar e perseguir as oportunidades. Antigos resultados da empresa, clientes conquistados, metas atingidas não são garantia de prosperidade no futuro.
O clássico de Charles Darwin, a Origem das Espécies, ilustra como as mudanças (geográficas, alimentares, comportamentais e ambientais) influenciaram os seres vivos e foram importantes para aprimorar capacidades e habilidades destes, garantindo a longevidade da espécie naquele meio ambiente.
Uma empresa que consegue se adaptar evolui, ou seja, evoluir é essencial. Seja trocando sua linha de produtos, conquistando novos clientes, melhorando os processos internos, fazendo uma gestão eficaz dos recursos (pessoas e materiais), investir em soluções sustentáveis, manter um foco de longo prazo etc.
Se uma organização acomodar-se ou não enxergar os sinais da oportunidade fatalmente estará iniciando seu processo de falência. Estar despreparado ou desrespeitar a Lei da Evolução na qual o indivíduo melhor adaptado ao seu meio ambiente garante a continuidade de sua espécie, é ter a mente dos dinossauros, seres que outrora dominaram o planeta e hoje são fósseis, iguais aos que serviram de evidência para Darwin defender sua Teoria da Evolução das Espécies.
O melhor radar de oportunidades: O líder
Evoluir é necessário e crises são oportunidades, mas como uma empresa pode distinguir se a oportunidade é agora?
Segundo Groove (1999, pág. 23) sobre como administrar empresas em crises, "Administrar, sobretudo durante uma crise, é assunto extremamente pessoal".
Não há um sistema, metodologia, função que possa substituir o ser humano, por melhor e mais elaborado que seja um sistema de gestão ou conjunto de métodos, ele pode falhar caso uma variável desconhecida entre na equação.
Outros fatores circunstanciais para uma falha na captação da oportunidade: ausência de motivação dos colaboradores, excesso de burocracia, abusos de poder, metas distorcidas, ausência de governança, insatisfação dos clientes.
Porém em algumas empresas existem homens e mulheres que dirigem seus negócios, conduzindo a organização para o crescimento e a lucratividade, exemplos: Steve Jobs, Bill Gates, Hermínio de Moraes, Olavo Setubal, entre tantos outros.
Ao determinar as características encontradas nesses líderes (Kouzes e Posner, 2001), fizeram uma pergunta a pessoas com formações distintas "Que valores, traços de personalidade ou características você procura ou admira em um líder?". As respostas cruzadas chegavam a quatro principais atributos: honestidade, vanguarda, inspiração e competência.

sábado, 11 de junho de 2011

QUASE...

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas que ele mesmo diz ser de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005 do jornal O Globo)